Apenas um ponto de partida para um renovado diálogo com a ciência

por Patrícia Fonseca Fanaya

[Abstract]:

“What we learn about science in school has little to do with the construction of meanings or with its practical implications in life. What is taught are technicalities or theoretical fragments. It is no wonder that Brazil bitter the 133rd. position among 139 countries surveyed by the World Economic Forum, in 2016, in math and science education, as well as being among the worst in the world in innovation environment. Science, although ubiquitous in life, remains enveloped under layers of veils for the vast majority of people. The most damaging consequences of continuing to segregate man from discussions about the reality of nature are the exponential growth of a war against scientific knowledge; the uprising of a kind of primitivistic anti-intellectualism that has been plaguing even the most “educated” populations and the most developed nations on the planet; and the decline in research investments. The techno-scientific complexity grows exponentially, and the already intense relations of the human and the nonhuman are deepened; but we live in times of crises, displacements, tensions, unsatisfied expectations, lack of adequate words, anguishes and anxieties, in which we found ourselves lost in the reality of nature and, therefore, in permanent quarrel with science. This is the human dimension of the progress of scientific knowledge that cannot be overlooked. As a relevant and fundamental part of the complex reality of nature, and creators of all science and philosophy there is, we need to be urgently reinstated in the dialogue with science and nature. This reinclusion involves the reformulation of this dialogue, which requires attentive and educated interlocutors, as well as the adequate words.”

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Começarei este post com uma simplificada, breve e divertida (!) retrospectiva sobre a origem do universo e o surgimento da vida sobre a face da Terra. A intenção é chegar em nosso tempo. Em 2017.

Caso pudéssemos comprimir a escala do tempo em 13 anos, desde o Big Bang – há 13.800.000.000 de anos – até hoje, verificaríamos que, por exemplo, as estrelas e as galáxias se formaram há 12 anos. A partir daí, mais sete anos se passariam até que nosso planeta fosse formado – por volta de 4,5 anos atrás. Há 4 anos a primeira célula se formaria na Terra. Agora, seria necessário pular mais 3,5 anos até que o primeiro organismo pluricelular surgisse na explosão cambriana. Os dinossauros teriam sido extintos há 3 semanas. Há apenas 3 dias humanos e chimpanzés se separaram na escala evolutiva. Há 50 minutos emergiu o primeiro homo sapiens. Saímos da África há 26 min. Inventamos a agricultura há 5 minutos. O Antigo Egito aconteceu há 3 minutos. A Peste Negra, há 24 segundos. A Revolução Industrial, há 6 segundos. A Primeira Grande Guerra, há 2 segundos. A Guerra Fria, o primeiro homem a pisar na Lua, o Big Mac, a internet, apenas no último segundo de nossa existência na Terra. Não tirei esses números da minha cabeça. Se você, leitor, quiser saber mais, assista essa história contada de forma muito mais divertida aqui.

Minha intenção é apenas chegar ao seguinte ponto: a existência da vida na Terra e a complexidade que vivemos hoje são muito, muito novas, e também excepcionais. Tanto é assim que a ciência ainda busca entender todas as nuances e sutilezas do processo que fez com que a vida pudesse ser gerada a partir da matéria inanimada. E aí parece residir a questão fundamental: desde seu estágio mais precoce – o que corresponderia há quatro anos na nossa escala da brincadeira acima-, a vida unicelular se apresentava como o que havia de mais extraordinariamente complexo se comparada ao universo inanimado e a qualquer outro acontecimento desde o surgimento do planeta Terra.

Os minúsculos procariontes eram um imenso e complicado emaranhado de redes químicas, com origem até hoje de certa forma misteriosa – se for levado em conta a hostilidade do ambiente do planeta, que há 3.8 bilhões de anos tinha uma quantidade de oxigênio livre na atmosfera tão assustadoramente grande que poderia fazer qualquer coisa explodir em chamas com um mínimo de atrito.

Há aproximadamente 1.6 bilhões de anos surgiram os eucariontes, que evoluíram como organismos muito mais complexos, pois possuíam organelas, ou órgãos celulares, os quais melhoraram muito suas habilidades adaptativas. Para tornar tudo ainda mais complexo, os eucariontes inventaram a reprodução sexuada, que garantiu a troca de DNA, que, consequentemente, gerou uma maior diversidade e alcance genéticos à serviço do processo de evolução. Por seu papel de destaque absoluto no incremento da evolução, o sexo merece ser classificado como um dos mais revolucionários avanços da história da vida sobre a Terra, além de um grande salto adiante na emergência das complexidades desde o início do universo. Um detalhe importante: fossem quais fossem as forças físicas atuando sobre o planeta ou no universo, os químicos orgânicos reagiram, se juntaram, se reproduziram e proliferaram.

O DNA e o RNA operam de maneira muitíssimo complexas. A replicação do DNA é um processo espantoso, surpreendente e preciso, que permite que a vida se copie e mantenha de forma sustentável sua própria complexidade. Entretanto, mesmo esse processo impecável ocasionalmente falha – numa proporção aproximada de uma em cada bilhão de cópias – o que resulta em mutações. Essas mutações podem ter consequências neutras, boas ou ruins. Caso se provem úteis, isso permite ao organismo ter mais sucesso em sobreviver, se adaptar e passar adiante seus genes. Caso a mutação seja inútil, muita coisa pode dar errado e o genes não serão passados adiante.

Na escala de tempo do universo, nesses milhões de anos desde o surgimento da vida, são esses erros de replicação das cópias do DNA que têm sido o motor da evolução que leva ao surgimento de outras e variadas espécies de vida sobre a face da Terra.

Aqui termino a recapitulação das aulas de ciências que você, leitor, com certeza teve no colégio, mas que, com certeza também, se lembra pouquíssimo delas. A esta altura, você deve estar se perguntando o porquê de a autora ter recorrido a tal expediente. Explico.

O que aprendemos sobre ciências na escola pouco tem a ver com a construção de significados ou com as implicações práticas da ciência em nossas vidas. Ninguém é estimulado a se perguntar qual é o seu lugar no cosmo, ou se há algo de realmente distinto sobre nós, seres humanos, em relação a outros seres, ou até o que realmente significa ter a enormidade de tecnologia embarcada num smartphone no bolso. O que nos é ensinado, na grande maioria das vezes, são uma série de tecnicismos ou fragmentos teóricos, e que, em nenhum momento, são explorados e explicados como deveriam ser e, acima de tudo, incorporados à vida como algo importante. Portanto, para além de todos os problemas estruturais que assolam nossa educação, nossos já velhos conhecidos, podemos acrescentar mais esse ingrediente: a sensação da falta de sentido, ou perda de tempo, em aprender ciências.

Não é à toa, portanto, que o Brasil amargue a 133a. posição entre os 139 países pesquisados pelo Fórum Econômico Mundial, em 2016, em educação de matemática e ciências, além de figurarmos entre os piores do mundo em ambientes de inovação (relatório para download aqui). No ranking de qualidade de educação dessas áreas de conhecimento, nosso país recebeu nota 2,5 em uma escala de 1 a 9, em que 1 significa “extremamente pobre, entre os piores do mundo” e 9 “excelente, entre os melhores do mundo”. Em outras palavras, estamos empatados com Moçambique e um pouco melhores do que Guatemala, Nicarágua, Peru, República Dominicana, Paraguai e África do Sul. No estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), também publicado em 2016, o qual avaliou a situação de sessenta e quatro nações, o Brasil figura nos dez últimos lugares entre os países pesquisados, com baixíssimo rendimento escolar em matemática, leitura e ciências. Não quero aqui me alongar demais em rankings e números, minha intenção é retornar à questão da construção de significados.

Os poucos alunos que saem do ensino médio e chegam às universidades têm muitas expectativas e pensam que, ali, finalmente, encontrarão o local adequado e interlocutores capazes e dispostos a auxiliá-los na construção de significados que consigam ir além de tecnicismos e fragmentos, mas a história se repete com requintes de discurso. Primeiramente eles se decepcionam; em seguida se acostumam com a hostilidade do ambiente ao diálogo e ao debate sobre o que realmente os interessa; e, depois, se calam e levam a vida adiante.

A consequência de tudo isso é que acabamos todos vítimas dessa cultura de fragmentação do conhecimento, da falta de significado e dos dogmatismos tão profundamente enraizados na educação e na pesquisa – com honrosas exceções e iniciativas, é claro.

A ciência, apesar de onipresente na vida cotidiana, permanece envolta em camadas e camadas de véus para a grande maioria das pessoas – algo como um filme de ficção em língua desconhecida, que trata de um mundo distante, inalcançável e incompreensível. É como se a ciência falasse outra língua, muito mais sofisticada, difícil e envolta numa aura quase benjaminiana. Acessar essa língua é para poucos, ou seja, os privilegiados. Pessoas comuns precisam de tradução bem-feita para entender os enredos e a importância das ciências.

Essa tradução a que me refiro passa inevitavelmente pela educação para a construção de sentido, ou significado, como queiram. O que quero dizer é que, a ciência moderna, ou seja, aquela que representa o que seria uma erudição rigorosa em todos os domínios, nos apresenta a ideia de que o papel da ciência não é oferecer significado, pois seu papel é descrever, classificar, ordenar e mapear a realidade nua e crua, tal como se apresenta, independente de nós.

Essa concepção, caso restrita ao domínio metodológico e das investigações empíricas faz todo o sentido; entretanto, a ciência não se resume ao método. O conhecimento construído pela ciência tem reflexos e implicações conceituais e práticas no mundo, na vida e na cultura. Portanto, essa abordagem me parece cada dia mais perigosa se tomada ao pé da letra, pois além de separar o homem da natureza, nos coloca a todos frente a frente com uma realidade despida de significado e nos lança em um mundo hostil às inúmeras outras dimensões humanas que não somente a pura e estrita racionalidade científica.

Peter Hacker, em Why Study Philosophy, defende que a principal característica dos problemas filosóficos, diferentemente dos problemas da ciência, é que eles são de caráter não empírico e a priori, ou seja, que nenhuma experiência científica consegue resolver questões tais como: se a mente é o cérebro; ou qual o significado de uma palavra; ou se os seres humanos são responsáveis por seus atos; ou se as árvores que caem em ilhas desertas desabitadas fazem algum ruído; ou o que torna as verdades necessárias, necessárias. Em outras palavras, o que ele diz é que essas são questões conceituais (não questões sobre conceitos), que devem ser respondidas, resolvidas ou dissolvidas pelo cuidadoso exame dos conceitos envolvidos. Ele defende que a única maneira de examinar os conceitos é examinar o uso das palavras que os expressam. Pesquisas conceituais são investigações sobre o que faz sentido e o que não faz, e, segundo ele, as questões de sentido precedem as questões de verdade empírica, pois, se algo não faz sentido, não pode ser nem verdadeiro nem falso. A ciência determina o que é empiricamente verdadeiro e o que é falso e o papel da filosofia é patrulhar as fronteiras entre o que faz sentido e o que é absurdo. Para Hacker, o que a falsidade é para a ciência, o absurdo é para a filosofia.

Obviamente que esta discussão pode continuar eternamente com apoiadores e detratores às ideias de Hacker, mas o ponto que desejo reforçar aqui é, mais uma vez, o fato de que o conhecimento e o domínio da ciência precisam fazer sentido para as pessoas comuns, e a única forma de fazer isso acontecer é por meio da educação.

As consequências mais nefastas de negligenciarmos esta tarefa e continuarmos segregando o homem das discussões sobre a realidade da natureza são o crescimento exponencial de uma verdadeira guerra contra o conhecimento científico; o levante de um tipo de anti-intelectualismo primitivista que vem assolando até mesmo as populações mais “educadas” e as nações mais desenvolvidas do planeta; além, é claro, de não conseguirmos defender os investimentos em pesquisas e revertermos os imensos cortes de verbas que vêm ocorrendo no mundo todo nessas áreas.

A mistura de todos esses ingredientes está gerando muitos problemas graves que teremos que resolver com urgência: o recrudescimento de doenças consideradas extintas como varíola e sarampo, em consequência de pais não vacinarem os filhos por medo, ou em função de crenças anticientíficas; epidemias de zika, chikungunya e outras doenças causadas pelos desequilíbrios ecológicos e comportamentos humanos – como o prosaico hábito de molhar as plantas do quintal e deixar um pouco de água se acumular nos pratinhos; teorias da conspiração de todos os tipos; pós-verdades, etc. A lista de absurdos é interminável. A situação já está tão grave atualmente que parte da comunidade científica e seus apoiadores se viram obrigados a reagir e convocar uma marcha de proporções globais em favor da ciência no último dia 22 de abril deste ano. Além disso, figuras importantes na divulgação do conhecimento científico e populares na mídia, como Neil deGrasse Tyson e Bill Nye têm se posicionado duramente contra a disseminação de uma cultura anticientífica.

No livro Ciência, Razão e Paixão, Ilya Prigogine nos diz que a ciência é expressão da cultura (2009, p. 85) e que, na verdade, a palavra ciência só ganhou seu significado atual no século XVII. A mais importante ideia que Prigogine defendeu em vários livros e entrevistas durante sua vida, é que a ciência é um diálogo com a natureza. Para ele, portanto, a natureza não é um dado, mas sim uma construção da qual nós, seres humanos, fazemos parte. Ele conta uma pequena história na qual Heisenberg relata um diálogo que travou com Bohr durante uma visita ao Castelo de Kronberg, na Dinamarca. Disse Bohr: “não é estranho como este castelo pareça completamente diferente quando pensamos nele como o lugar onde morou Hamlet? Como cientistas, acreditamos que um castelo seja feito de pedras, assim como admiramos a maneira como o arquiteto as arrumou. As paredes, o teto de bronze azinhavrado pelo tempo, as vigas de igreja, o castelo é feito de tudo isso. Nada deveria mudar somente porque Hamlet morou aqui, mas isso muda tudo. De repente, paredes e baluartes passam a falar uma língua completamente diferente. Mesmo assim, a única coisa que sabemos com certeza sobre Hamlet é que seu nome aparece em uma crônica do século XIII. Mas todos sabemos as perguntas que Shakespeare se fez, assim como as profundezas humanas que elas revelam; ele também precisava de um lugar no mundo, aqui em Kronberg…” (ibid. p., 86). O que fica claro, portanto, é que, para Bohr, as questões sobre a realidade da natureza e sobre a existência humana são inseparáveis e que não podemos ser indiferentes aos problemas que envolvem nossa existência no universo.

O ser humano é um ser simbólico, imerso na linguagem, seja ele cientista, padeiro ou fazedor de colares de missangas. Ciência é linguagem e linguagens não servem apenas para descrever, classificar e ordenar o mundo, mas para criá-lo, pensá-lo e imaginá-lo. Isso porque, qualquer linguagem, mesmo aquela do método mais ortodoxo, está sempre prenhe de significados explícitos e/ou a serem descobertos. E mais, se a linguagem ainda não existe, nós a criamos (veja aqui como fizemos para criar uma matemática que ainda não existia e que nos levou ao espaço).

Na própria ciência, diferentes campos possuem linguagens também próprias, e os conceitos científicos são, muitas das vezes, traduções. “Comprimento de onda 620-750 nanômetros” é uma tradução para “vermelho”; “a velocidade média de um grupo de partículas” é a tradução para “temperatura”; “a geometria do espaço-tempo” significa “gravidade”. Mas, no estágio de falta de intimidade que nos encontramos com as ciências, o que realmente significa para os não iniciados é o vermelho do lindo vestido, a temperatura da água do banho e, quiçá a gravidade que age sobre o corpo na velhice. Se não formos ensinados desde cedo a pensar no vermelho, na temperatura e na gravidade em outros termos, ou seja, cientificamente, a realidade que nos bastará será sempre a do significado mais fácil, aquele da vida comum e que se encontra à mão.

Vivemos um tempo de extrema complexidade tecno-científica, no qual aprofundam-se as já intensas relações do humano e do não humano – estão aí a internet das coisas, os androides, a realidade virtual e aumentada, os exoesqueletos, as terapias genéticas, a biotecnologia, etc. que não me deixam mentir. Entretanto, também estamos vivenciando o tal mal-estar da pós-modernidade a que se refere Bauman (1998): tempo de crises, de deslocamentos, de tensões, de expectativas insatisfeitas, de falta de palavras adequadas, de angústias e ansiedades, no qual o ser humano está perdido, sem encontrar o seu lugar na realidade da natureza e em querela permanente com a ciência – que paradoxalmente é sua própria criação. Esta é a dimensão humana também dos progressos do conhecimento científico que não se pode e não se deve deixar de lado.

Como parte não só relevante, mas fundamental da realidade complexa da natureza, e criadores de toda a ciência e filosofia que há, nós, seres humanos, em toda nossa complexidade e em todas as nossas dimensões precisamos ser reincluídos no diálogo com a ciência, e com urgência. Essa reinclusão passa pela reformulação do diálogo, como nos diz Prigogine, que, por sua vez, requer, interlocutores atentos e educados e palavras adequadas.

Recorro mais uma vez a Prigogine (2011, p. 14-5), que sabiamente nos diz:

Considerarmo-nos estrangeiros à natureza implica um dualismo estranho à aventura das ciências, bem como à paixão de inteligibilidade própria do mundo ocidental. Esta paixão consiste, segundo Richard Tarnas, em “reencontrar sua unidade com as raízes de seu ser”.[1] Pensamos situar-nos hoje num ponto crucial dessa aventura, no ponto de partida de uma nova racionalidade que não mais identifica ciência e certeza, probabilidade e ignorância. Neste fim de século, a questão do futuro da ciência é muitas vezes colocada. Para alguns, como Stephen Hawking em sua Breve História do Tempo[2], estamos próximos do fim, do momento em que seremos capazes de decifrar o “pensamento de Deus”. Creio, pelo contrário, que estamos apenas no começo da aventura. Assistimos ao surgimento de uma ciência que não mais se limita a situações simplificadas, idealizadas, mas nos põe diante da complexidade do mundo real, uma ciência que permite que se viva a criatividade humana como a expressão singular de um traço fundamental comum a todos os níveis da natureza.


[1] TARNAS, R. The passion of the Western Mind. New York: harmony, 1991. P. 443

[2] HAWKING, Stephen. Une brève histoire du temps. Paris : Flammarion, 1991. (Col. Champs)

Referências Bibliográficas

HACKER, Peter. Why Study Philosophy. Disponível em: https://iainews.iai.tv/articles/why-study-philosophy-auid-289

PRIGOGINE, Ilya. A Nova Aliança: metamorfose da ciência, por Ilya Prigogine e Isabelle Stengers. Trad. Miguel Faria e Maria Joaquina Machado Trincheira. Brasília, Ed. Universidade de Brasília,1984.

_____________. O Nascimento do Tempo. Trad. Marcelina Amaral. 2a. ed. – Lisboa: edições 70, 2008.

. Ciência, Razão e Paixão. Org. Edgard de Assis Carvalho, Maria da Conceição de Almeida. – 2a. ed. rev. e ampl.- São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009.

_____________. O Fim das Certezas: tempo, caos e as leis da natureza; trad. Roberto Leal Ferreira. – 2a. ed. – São Paulo: Ed. Unesp, 2011.

 

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