A placenta, o irmão que tu (não) me deste ou… os filmes que vou ver com Sloterdijk

por Adriano Messias

[Abstract]:

“Peter Sloterdijk is a German philosopher of expressive erudition and daring. His extensive work runs through several fields of thought. I can highlight his magnum opus, the trilogy Spheres: from the first volume, Bubbles, I decided to write some considerations about the so-called “nobjects”. They form a kind of category that could be situated before the partial objects of psychoanalysis. The placenta itself would be a powerful nobject, on which Sloterdijk discuss brilliantly: in it lies a first notion of double which serves as a bridge to consider how a certain cinema of eschatological and gore tendencies represents vestigial elements that trouble us too much. Of course, David Cronenberg presents a good filmography that suits the assessments I make here.”

 

 5
Placenta, nosso irmão perdido

 

“Tout ce qui nous entoure, tout ce que nous voyons sans le regarder, tout ce que nous frôlons sans le connaître, tout ce que nous touchons sans le palper, tout ce que nous rencontrons sans le distinguer, a sur nous, sur nos organes et, par eux, sur nos idées, sur notre cœur lui-même, des effets rapides, surprenants et inexplicables?

Comme il est profond, ce mystère de l’Invisible!” (Guy de Maupassant)[1]

“Pour moi l’unique science vraie, sérieuse, à suivre, c’est la science fiction.” (Jacques Lacan)[2]

“Era a terra sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas” (Gn., 1: 2).

 

I

Em um momento em que os objetos são pautados e agendados em diversas ontologias, vi-me pensando em um possível “antes dos objetos”. Claro que aí não há nenhuma novidade: em psicanálise, existe o conceito de Coisa (das Ding), essa habitante do Real e mais primitiva representante do “êxtimo” – este conceito esparso na obra lacaniana, mas brilhantemente retomado por Jacques-Alain Miller. O próprio Zizek brincou com a Coisa em um texto sobre aliens e lamelas (cf. ZIZEK, 2010: p. 77 et seq.; MESSIAS, 2016: p. 373 a 375). Porém, foi em Peter Sloterdijk que encontrei subsídios para pensar melhor sobre os não-objetos (ou sobre o “antes dos objetos”, o que me parece mais correto em minha abordagem).

Na verdade, o filósofo alemão desenvolve ideias que referenciam pesquisas do antropólogo austríaco Thomas Macho, quem ele cita em vários momentos da magnífica obra Esferas I: Bolhas (2016a)[3], primeiro volume de uma trilogia imprescindível para os estudiosos dos realismos especulativos. Meu encontro com esse livro se deveu à conferência de Rodrigo Petronio, no âmbito dos estudos do grupo Transobjeto, em março de 2017. Sou da opinião de que seminários, reuniões, palestras e congressos encerram uma função muito importante e às vezes ignorada: a de nos mostrar um ponto, um aspecto, uma filigrana, para além do discurso integral do conferencista. É a partir daí que um estudioso também pode construir novas vias para seu percurso.

Desconfiado da colossal erudição de Sloterdijk algo que me fascina nos grandes pesquisadores e que já havia sido ressaltada por Petronio , deparei-me inicialmente com livros mais curtos, daqueles que lemos à noite durante algumas horas antes de dormir: Regras para o Parque Humano, No mesmo barco – Ensaio sobre a hiperpolítica, O Desprezo das Massas foram os primeiros três. Todos ótimos. Depois, veio-me a vontade de navegar por Bolhas, e lá encontrei o peso desse teórico que merece ser mais bem conhecido em nosso país. Sem a verborragia desconstrutivista e espiralada da qual vários filósofos francófilos muitas vezes se valem, é da verve deste alemão impactar as estruturas do pensamento. O livro nos encanta, nos faz parar, pede vários dias de leitura. Globos e Espumas, os outros dois tomos, seguem a mesma trilha, tanto em densidade quanto em estilística. Sloterdijk é, de fato, um pensador que descobriu o gaio saber.

Da mesma forma como já se fizeram livros e capítulos do tipo “Os filmes que vi com” Freud, Lacan, Nietzsche…, propus enveredar por “Os filmes que vou ver com Sloterdijk”. Claro, isso é um trabalho para maior envergadura, mas deixo neste breve texto ensaístico a semente. Sob esta óptica, seria impossível não se trabalhar sobretudo com as obras arrebatadoras de David Cronenberg.

Faço-me entender adiante.

II

No capítulo 4 de Bolhas, intitulado A Clausura Materna, Sloterdijk já diz a que veio (e, por que não?, como veio): está lá um belo texto sobre a vulva e a velha Baubo. Esta personagem deixo para você procurá-la nos bons compêndios mitológicos. Em várias páginas, a teoria do regaço sloterdijkiana se reforça com passagens iluminadas por tópicos como a Revolução Agrícola, o “incontornável” de Heidegger, a obscenidade do sexo feminino, em Sartre, as cavernas e tumbas antigas, até chegarmos à apresentação do neologismo “nobjetos” (Nobjekte), criado por Thomas Macho.

Nada em Sloterdijk é por acaso, gratuito ou simplesmente demonstração de cultura. Pelo contrário, sua escrita nos envelopa, jogando-nos para o mais fundo. No que ele denomina Digressão 2, trata dos Nobjetos e não-relações, e cutuca, muito de perto, a oblonga onça psicanalítica de matriz ortodoxa. Ele está interessado naquilo que poderia situar-se aquém das clássicas fases de desenvolvimento do sujeito postuladas por Freud, mas à maneira de um astrofísico que se pergunta sobre o antes do Big Bang. Ou seja: o que havia quando ainda sequer estávamos no oral, esse ponto de partida objetal freudiano?

Somos arremessados, pois, para dentro do útero.

Contrariando a ideia de outros estudiosos, os quais prefeririam termos como “objetos primitivos”, por exemplo, Sloterdijk sequer encampa expressões correlatas; no máximo, pensa em “sombras de objetos”. E quais seriam elas? Ele enumera o cordão umbilical – de onde provém as primeiras sensações táteis –, a placenta – prenúncio das relações face-a-face – e o sangue placentário. A respeito disso, vale ler das páginas 269 em diante de Bolhas. Para o filósofo, “(…) não são de fato objetos, pois a eles não corresponde nada que esteja diante de um sujeito” (2016: p. 270). E a seguir, na mesma página: “O sangue placentário é, dentre os nobjetos do primeiro mundo ‘empírico’, o exemplo mais antigo a que se pode chegar”. E por que então não tratar de “pré-objetos”? Simplesmente pelo fato de que, como a penúltima citação dá a entender, por tradição um objeto pede um sujeito, e, neste caso, o feto é um sujeito-a-ser, um “protossujeito”, um devir, ainda que muito respeitado e defendido por Sloterdijk, para quem o biológico parece caminhar passo-a-passo com o ético.

Se, de início, Sloterdijk dá relevo à placenta e ao sangue, em um próximo momento tratará da percepção psicoacústica fetal mediada pelo âmnio e pelos ossos – a sonosfera. Por fim, depois do nascimento, é a vez da respiração, que substitui o líquido amniótico para sempre perdido.

Já viríamos ao mundo exterior marcados pela melancolia, frente a tantas perdas?

Sloterdijk arremata: “(…) toda animação é um acontecimento midiático”, o que originariamente não ocorre na díade sujeito-objeto. Para isso, ele desenvolveu conceitos nos quais não me cabe entrar aqui, pois pediriam um artigo bem mais longo. Para o filósofo, como um nobjeto, “a vulva é a mãe do granito” (p. 275), uma vez que nascer é triunfar sobre um muro. De forma demolidora, ele escreve:

Os reais sujeitos do mundo primitivo fetal e perinatal – o sangue, o líquido amniótico, a voz, a redoma sonora e o ar da respiração – são meios de um universo pré-óptico em que nada corresponde aos conceitos de espelhamento e suas cargas libidinais. Por isso mesmo, os primeiros “auto”-erotismos da criança estão fundados nos jogos de ressonância, e não nos reflexos especulares de si mesma (p. 291).

No que toca especificamente à placenta denominado por ele de “o acompanhante imaginário” , em torno dela se dará o primeiro “onde” de um ser que por enquanto é uma “massa sem dobras”, “intumescência flutuante” em uma “noite de pedra” fetal, em “comunhão monádica” (expressão emprestada do psicanalista Béla Grunberger) e em pericorese (a circuminsessio latina) com os elementos de seu ambiente. Trata-se da “negra cena primitiva na qual o sujeito sem linguagem está pré-linguisticamente contido e estimulado por um meio envolvente” (p. 320). Adiante, Sloterdijk trata de um “pré-sujeito” (p. 322) o que me parece assaz generoso –, que estaria em contato com o “órgão-anjo” (p. 324): “Pois poderias reconhecer uma esponja sanguinolenta, uma galantina marrom avermelhada achatada, como teu irmão espiritual dos primeiros tempos?” (p. 324). Segundo o filósofo, ao nascer perdemos nosso primeiro acompanhante (interior), umbroso e anônimo. Com ele, certamente fomos um; depois, cindidos, carregamos a marca desse duplo como reminiscência. Para mim, muitas vezes tal marca se reveste em carga criativa para se desdobrar na literatura, no cinema, em todas as artes, referenciando as brumas de uma gênese até mesmo ontofilogenética.

A placenta, etimologicamente um “bolo achatado” como uma panqueca, substituiu, no século XVIII, as noções vernáculas de “algo que era entregue”, “expulso”, um resto, muitas vezes encoberto por tabus: Nachgeburt. Popularmente, ela era entendida como espécie de “segunda entrega” (secundinae mulieris), que vinha logo após a saída do bebê: um rejeito bastante respeitado em várias culturas, ao qual eram creditados poderes mágico-terapêuticos de várias ordens, ora transformado em pós e unguentos, ora mumificado ou tornado talismã. Sloterdijk lembra que, em fins do século XVIII, a placenta perdeu valorização e se tornou um “órgão que não existe” (p. 346) bastante controverso. Na história da obstetrícia, algumas vezes ele é atribuído à fisiologia materna; em outras, é considerado um órgão da criança. Recentemente, a placenta tem reassumido um papel parecido ao que já teve no passado: cada vez mais as parturientes optam por comê-la, transformá-la em cápsulas, enterrá-la em jardins ou emoldurá-la como ornamento vestigial[4].

Com o corte do cordão umbilical, deixa-se para trás uma parte importante do que um dia fez parte de um ser (p. 351). Françoise Dolto enfatizou a castration ombilicale: para ela, possuir o umbigo já era, por si só, a porta de entrada da cultura na vida do infante. Depois disso, a criança mergulharia, do mundo amniótico, na liquidez da linguagem, e já estaria em uma fase oral.

III

Sloterdijk abre seu capítulo dedicado aos anjos, gêmeos e duplos com a seguinte afirmação: “Todos os nascimentos são nascimentos de gêmeos; ninguém vem ao mundo desacompanhado e sem escolta” (p. 375). Detecto por trás desse tema algo de sombrio e escatológico que flerta diretamente com a cinematografia monstruosa de David Cronenberg. Veio-me à mente, de imediato, obras do terror como Calafrios (Shivers, 1975), em que um médico quer aproximar o humano de seus instintos primitivos. Para tanto, engendra um parasita de repugnante forma, capaz de gerar um frenesi sexual insaciável, facilmente transmitido. Ou ainda seu Enraivecida na fúria do sexo (Rabid, 1976), em que uma mulher que sofreu grave acidente de moto é submetida a uma cirurgia que acaba por lhe implantar tecidos artificiais no organismo, o que faz com que ela desenvolva uma incontrolável sede por sangue mediante uma vagina oculta na axila. Em Os Filhos do Medo (The Brood, 1979), um personagem apresenta manchas vermelhas na pele, as quais se transformam em feridas, decorrência da somatização da raiva. Não podem faltar nessa lista os memoráveis A Mosca (The Fly, 1986) – escatológico e visceral – e Gêmeos, mórbida semelhança (Dead Ringers, 1988), este último talvez mais afinado com o que discuto nesse texto. Neste filme, os personagens gêmeos univitelinos e ginecologistas apresentam uma simbiótica e perturbadora fusão em caráter sadomasoquista.

Além da cinematografia cronenberguiana, eu incluiria neste rol Les Diaboliques (Henri-Georges Clouzot, 1955), O bebê de Rosemary (Rosemary’s baby, Roman Polanski, 1969); Irmãs Diabólicas (Sisters, Brian De Palma, 1973), O Iluminado (The Shining, Stanley Kubrick, 1980), com destaque para as gêmeas Grady; O Anjo Malvado (The Good Son, Joseph Ruben, 1993); a quarta temporada de The Walking Dead (2013), com seu bebê zumbi, e a bela e incômoda produção austríaca Boa noite, mamãe/ Goodnight mommy (Ich seh, ich seh, Veronika Franz, Severin Fiala, 2014), sem mencionar as antológicas cenas de evisceração de Alien (Ridley Scott, 1979) e de suas suites. Ficou notório que faço uma ponte muito direta entre o universo placentário, viscoso e obscuro comentado por Sloterdijk e a organicidade escancarada e agressiva do gore cinematográfico. Empresto aqui a definição de Jacques Aumont e Michel Marie:

O gore pode ser visto como um sintoma ou um lugar das transformações da figuração do corpo: ‘A própria substância orgânica é objeto de um tratamento profundamente arcaico. O corpo aqui não consiste em um esqueleto de carne e osso, e sim uma mistura de plantas aquáticas, bulbos e filamentos, que confunde três substâncias originais: o plasma, a placenta e o plâncton’ (Brenez 1998, a propósito de Body Snatchers) (AUMONT; MARIE, 2003, P. 146).

Uma das funções deste cinema que tantas vezes causa repúdio no espectador pode ser a de ancorar esses conteúdos primitivíssimos por meio das formas impensadas e recalcadas que ganham vida na tela, uma vez que, a tal canteiro arqueológico do sujeito, praticamente todas as portas de acesso estão fechadas. Por conseguinte, o que permanece em nós das muitas experiências tidas no castelo obscuro no qual habitamos por nove meses? Praticamente tudo o que sobre ele um neurótico possa dizer em um divã de análise não irá muito longe do campo da fantasia do sujeito que apenas supõe algo saber. Assim, aqui também permaneço com Jacques Lacan, que segue os passos de Freud: o que resta em nós – neste caso, o psicanalista francês está especificamente a tratar dos quatro objetos principais resultantes da relação da criança com o Outro: o seio, as fezes, o olhar e a voz – é algo irredutível do real do objeto (das Ding), que encontrará esteio nos orifícios corporais. Estes, por sua vez, serão invadidos pelos objetos que ajudarão a constituir as bordas abissais. Por elas, passará a pulsão. Delas, transbordará o famélico grito histérico. Estarão, pois, criadas as zonas erógenas.

Mas, com Sloterdijk, intuo que há um amplo terreno abissal e movediço bem antes dos sinalizadores objetais tão bem demarcados pela psicanálise. A questão que levanto é se poderia haver um istmo pulsional que se ligaria não apenas aos primeiros objetos assim constituídos, mas àquilo que sequer foi objeto, uma vez que, quando de sua manifestação, o “pré-ser” flutuava no âmago oco e macio em que também se fazia.

Como ignorar essa etapa tão fundamental do desenvolvimento humano, que fez com que os chineses antigos a utilizassem para somar um ano a mais na existência de uma pessoa?

Olhando daqui, deste desterro que é a vida fora da caverna uterina, o que conseguimos dizer do período em que éramos unos com o sangue e a água naquilo que nos parecia uma galáxia capaz de nos conter para sempre?

Por trás das interrogações, entrou o cinema com sua magia: por certo, deve haver dessa época muito de espanto, que é o que imprimimos na arte quando não conseguimos dar o devido nome às Coisas que gostaríamos de explicar. Ou quando os objetos ainda não tomaram a devida forma para aplacarem o caos e assumirem suas funções.

1
Imagem de Gêmeos, mórbida semelhança
2
Imagem de Gêmeos, mórbida semelhança
3
Capa do filme Boa noite, mamãe
4
Detalhe de O jardim das delícias terrenas, de Hieronymus Bosch
Peter Sloterdijk
Peter Sloterdijk

 

Referências:

AUMONT, Jacques; MARIE, Michel. Dicionário teórico e crítico de cinema. Campinas: Papirus Editora, 2003.

GRANZOTTO, Emilia. Freud per sempre. Intervista con Jacques Lacan. Entretien de Jacques Lacan avec Emilia Granzotto pour le journal Panorama (en italien), à Rome, le 21 novembre 1974. Disponível em: http://aejcpp.free.fr/lacan/1974-11-21.htm Acesso em: 3 de maio de 2017.

LACAN, Jacques. O Seminário, Livro 7. A ética da psicanálise. [1959-60]. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997.

____________. O Seminário, Livro 10. A angústia. [1962-63]. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005.

MAUPASSANT, Guy. Le Horla [Version de 1887]. In: Le Horla et autres contes fantastiques. Paris: Hachette Livre, 2006.

MESSIAS, Adriano. Todos os monstros da Terra. Bestiários do cinema e da literatura. São Paulo: Educ/ Fapesp, 2016.

SLOTERDIJK, Peter. No mesmo barco. Ensaio sobre a hiperpolítica. São Paulo: Estação Liberdade, 1999.

_______________. Regras para o parque humano. Uma resposta à carta de Heidegger sobre o humanismo. São Paulo: Estação Liberdade, 2000.

_______________. Esferas II: Globos. Macrosferología. Madri: Siruela: 2014a.

_______________. Esferas III: Espumas. Esferología plural. Madri: Siruela: 2014b.

_______________. Esferas I: Bolhas. São Paulo: Estação Liberdade, 2016a.

_______________. O desespero das massas. Ensaio sobre lutas culturais na sociedade moderna. São Paulo: Estação Liberdade, 2016b.

ZIZEK, Slavoj. Como ler Lacan. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

 

[1] “Tudo o que nos cerca, tudo o que vemos sem olhar, tudo em que nos esbarramos sem conhecer, tudo o que tocamos sem apalpar, tudo o que encontramos sem distinguir, tem sobre nós, sobre nossos órgãos e, por meio deles, sobre nossas ideias, sobre nosso próprio coração, efeitos rápidos, surpreendentes e inexplicáveis?

Como é profundo este mistério do Invisível” (tradução minha).

[2] “Para mim, a única ciência verdadeira, séria, a ser seguida, é a ficção científica.” (tradução minha)

[3] Para evitar a repetição de termos como “Opus cit.”, todas as referências de páginas colocadas entre parênteses, sem autor e data, serão alusivas a este livro de Peter Sloterdijk.

[4] Sobre isso, conferir a reportagem de fevereiro de 2017, Mães guardam a placenta para comer, enterrar ou emoldurar, disponível em: http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/maes-guardam-placenta-para-comer-enterrar-ou-emoldurar-20909933

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